Aula
01 – 12/03/2013
Turma 1B / Faixa etária: 6 anos
Proposição: Jogo
rítmico e desenho sobre o gesto
Ideia-chave: Fragmentando o corpo - a mão como suporte e apoio técnico para o desenho.
Como primeiro contato com o grupo, resolvi
fazer uma dinâmica que trabalha ritmo, senso de coletivo e percepção corporal.
Comumente conhecida como o jogo dos bichos ou do elefante, ela consiste em
dispor os participantes um de frente para o outro, de modo que todos possam se ver. Cada um deve pensar em um bicho, inventar um gesto para tal e
apresentar-se. É preciso memorizar o gesto de cada bicho
presente na ciranda. Um deles é o líder, que é o elefante. O líder é quem puxa
o ritmo - que são duas batidas de palma contra a mesa (ou as coxas) usando as duas
mãos, seguida de uma batida de palma comum (uma sobre a outra). E o objetivo é
o de um bicho chamar o outro usando o signo criado para a identificação de cada
um. Logo, primeiro de tudo o líder se apresenta (faz seu gesto) no momento da
palma comum e então, chama outro bicho pelo gesto que lhe é característico, na
segunda palma comum.
No entanto, ao ensinar o jogo, tive que fazer
muitas adaptações, de modo que eles pudessem compreender e acompanhar o
movimento, entrando todos no mesmo ritmo e, ao invés de chamar o bicho, resolvi
usar o recurso da estátua. Assim, eles tinham um momento de congelamento e
observação das formas gestuais dos outros bichos ao redor.
Depois de realizado o jogo, iria trabalhar com
o desenho destas formas que eles haviam criado, usando a mão como parâmetro.
Mas muitos ficaram receosos. Um ou outro realmente alcançou a idéia de se
espelhar nas formas das mãos sem a minha intervenção. Foi aí que na hora, pensei em mudar o suporte do
desenho: usar a própria mão, a sua conformação gestual para suportar o desenho. Pretendo
reelaborar esta prática.
Estas fotos abaixo são registros da mesma proposta aplicada à turma de GTD (Grupo de Trabalho Diferenciado) em Artes, turma 2A (faixa etária: 7 a 8 anos).






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