Ví por aqui...

Minha foto
Um passarim, que canta baixinho e faz seu ninho, que é pr'um dia acolher seu bem que vai chegar. Um passarim, que bica uma flor e nem por isso é beija-flor. Um passarim, que também é peixe, que resolveu fazer do céu o seu mar. E assim vai voando, e cantarolando, até se encontrar. E enquanto isto, o sol fica a lhe guiar. E assim também a luz do luar.

sábado, 9 de julho de 2011

400 dias...

 Uns pares pra mais ou pra menos. O que importa é que havia se passado pouco mais de um ano e eu comecei a sair do casulo de vidro que havia tecido em torno de mim (muitas coisas aconteceram) e, além disto, disposta a olhar meu percurso acadêmico por uma outra perspectiva. Motivos? Todos! Mas talvez, o mais forte tenha sido o de querer aproveitar o tempo: ele tira de mim e de todos tudo o que ele quer, mas se não tirasse, nada aconteceria. E eu só posso usufruir-lo enquanto ele passa e nos toma o que parecia nos pertencer. Neste exato momento - sim, pois assim foi- em que retomei a vida pulsando ao meu redor e ecoando em meu interior à mesma altura, o desconhecido do ônibus me reencontrou pelo mundo virtual. Digo desconhecido, pois não me recordava mais dele... Mas quando se reapresentou, pareceu-me já uma figura antiga da minha roda de amigos. Conversas vão, conversas vem, ele me perguntou dos meus sonhos. E por aí se enquadram todas as ideias a respeito das relações entre a gravura e a dança e outras diversas coisas mais, mas estas últimas não vem ao caso agora...
 Enfim...

0 comentários:

Postar um comentário