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Um passarim, que canta baixinho e faz seu ninho, que é pr'um dia acolher seu bem que vai chegar. Um passarim, que bica uma flor e nem por isso é beija-flor. Um passarim, que também é peixe, que resolveu fazer do céu o seu mar. E assim vai voando, e cantarolando, até se encontrar. E enquanto isto, o sol fica a lhe guiar. E assim também a luz do luar.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Transcrições de uma carta

 Primeiro à história da carta... ou não? Melhor sim, pois ela não surgiu do nada e foi o que me ajudou a esclarecer e a focalizar minhas dúvidas quanto à minha pesquisa. E se não fossem as peças que criaram este contexto dela, nada teria acontecido e a descrições das ideias não teriam sido tão prazeirosas como foram. Escrever quatro, cinco páginas numa sentada só... foi só uma parte de uma conversa que era até então diálogo mas que, agora, parece ter virado monólogo. Dedico ao amigo imaginário ou virtual, que às vezes aparece por aí, quando a gente desce do ônibus voltando para a casa.

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