sábado, 12 de julho de 2014

Diário de Bordo das Aulas de Artes Visuais: Centro Pedagógico da UFMG/ 2013 1º semestre



Aula 01 – 12/03/2013

Turma 1B / Faixa etária: 6 anos

Proposição: Jogo rítmico e desenho sobre o gesto

Ideia-chave: Fragmentando o corpo - a mão como suporte e apoio técnico para o desenho.

 Como primeiro contato com o grupo, resolvi fazer uma dinâmica que trabalha ritmo, senso de coletivo e percepção corporal. Comumente conhecida como o jogo dos bichos ou do elefante, ela consiste em dispor os participantes um de frente para o outro, de modo que todos possam se ver. Cada um deve pensar em um bicho, inventar um gesto para tal e apresentar-se. É preciso memorizar o gesto de cada bicho presente na ciranda. Um deles é o líder, que é o elefante. O líder é quem puxa o ritmo - que são duas batidas de palma contra a mesa (ou as coxas) usando as duas mãos, seguida de uma batida de palma comum (uma sobre a outra). E o objetivo é o de um bicho chamar o outro usando o signo criado para a identificação de cada um. Logo, primeiro de tudo o líder se apresenta (faz seu gesto) no momento da palma comum e então, chama outro bicho pelo gesto que lhe é característico, na segunda palma comum.
 No entanto, ao ensinar o jogo, tive que fazer muitas adaptações, de modo que eles pudessem compreender e acompanhar o movimento, entrando todos no mesmo ritmo e, ao invés de chamar o bicho, resolvi usar o recurso da estátua. Assim, eles tinham um momento de congelamento e observação das formas gestuais dos outros bichos ao redor.
 Depois de realizado o jogo, iria trabalhar com o desenho destas formas que eles haviam criado, usando a mão como parâmetro. Mas muitos ficaram receosos. Um ou outro realmente alcançou a idéia de se espelhar nas formas das mãos sem a minha intervenção. Foi aí que na hora, pensei em mudar o suporte do desenho: usar a própria mão, a sua conformação gestual para suportar o desenho. Pretendo reelaborar esta prática.

 Estas fotos abaixo são registros da mesma proposta aplicada à turma de GTD (Grupo de Trabalho Diferenciado) em Artes, turma 2A (faixa etária: 7 a 8 anos). 









sábado, 30 de abril de 2011

...

Lo que siento...
no es saudade
no es tormento.

Lo que siento...
si afirmo lo que niego,
dice que miento.


Y
la fuerza de su presencia
se va hasta el limite de nuestro
puente de reticencia.

Así que no lo siento,
ni por un segundo
... lo que siento por ti.